Feeds:
Posts
Comentários

Angola é um país rico em cultura, arte, belezas naturais e se assemelha muito ao brasil quanto a festividade , receptividade e alegria de seu povo. O país passou anos de guerras intermináveis, seguidas de morte , fome e anos sombrios. Desde o fim da guerra civil em 2002 Angola conheceu a paz, e agora traça o caminho do desenvolvimento, na tentativa de se estabilizar economicamente, politicamente , e acima de tudo socialmente . O país apresenta ainda indicadores sociais muito ruins(Porém na média dos indicadores de países africanos), com uma expectativa de vida de 40 anos , Angola ocupa o 162° posição no Índice de desenvolvimento humano da ONU.

Pelas suas festividades e alegria nativa se assemelha ao Brasil, sendo o povo brasileiro muito querido e presente principalmente na capital Luanda.Em tempos de paz a Angolana é mais um país africano que possui belezas naturais e tenta se impor no cenário mundial.

Luanda – Angola

           Luanda é a capital e maior cidade de Angola. Tem cerca de quatro milhões de habitantes. Seu clima é tropical com temperatura média de 24 °C e duas estações: a das chuvas, de setembro a maio, e a seca, de junho a agosto. Dois grandes rios, o Bengo e o Kuanza (do qual deriva o nome da moeda nacional) cortam a província e originam planícies aluviadas.
          Anteriormente denominada por São Paulo de Luanda, foi fundada em 25 de janeiro de 1575, pelo Capitão Paulo Dias de Novais que, ao desembarcar na Ilha do Cabo, encontrou uma numerosa população nativa. A cidade possui praias calmas e agitadas, de areia branca e fina, onde ao mesmo tempo podemos contemplar um cenário de beleza rara. 
          Há muitas construções notáveis e bem conservadas, como a Ermida de Nazaré, a Igreja do Carmo (já citados no ítem Igreja), o Palácio do Governo, a Alfândega e o Hospital Maria Pia. Além da bela paisagem e das construções históricas, destaca-se também o Arquivo Histórico Nacional, o Museu de História Natural, o da Escravatura, o das Forças Armadas e o de Antropologia. Centros culturais e recreativos, teatros, salas de cinema e de espetáculos, galerias e feiras de arte e artesanato, oficinas culturais e livrarias, casas noturnas, bares e restaurantes oferecem opções para todos os gostos.
       Não é só na língua que Angola se assemelha ao Brasil. O carnaval de Luanda é considerado o mais animado do país, e suas danças incluem o semba (não confundir com ‘samba’), a varina, a kabetula e a kazukuta, “envolvendo poliritmia invulgar de expressão corporal e teatralização muito vivas”.

Conhecimento na Angola

A Angola, como a maioria dos países africanos, depende principalmente de uma produção primaria, que inclui a agricultura e pecuária. Também possuem algumas jazidas para a extração de minérios e pequenas indústrias para o beneficiamento dos produtos produzidos. Como podemos ver, o país ainda não sustenta sua economia pelo uso da forte tecnologia, do mesmo modo que países como os Estados Unidos ou Europa. Por esses motivos, a Angola acaba sendo considerada um país subdesenvolvido, de economia fraca e dependente.
Um dos motivos para esse atraso em relação ao desenvolvimento tecnológico do local, com certeza deve-se á algo que foi muito comum na África em geral: a escravização dos seus cidadãos. Esse fato contribuiu para a retirada de grande parte populacional não só da Angola, como de toda a África, resultando não só numa grande perca cultural (por colonizações), como também aos tirar seus habitantes, tirou a possível mão-de-obra que contribuiria para o desenvolvimento do país e do continente. Mais precisamente em Angola, a colonização portuguesa impediu o desenvolvimento próprio do local e a educação angola passou a ser uma “cópia” de Portugal. A educação superior do local é sustentada por apenas quatro principais universidades: Universidade Agostinho Neto; Universidade Católica de Angola; Universidade Independente de Angola; Universidade Técnica de Angola.
Segundo um artigo feito por integrantes da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, a Angola dependeria de algumas modificações no local para uma possível reconstrução e desenvolvimento. Seria necessário o trabalho conjunto não só do conhecimento formal, tecnológico e especializado (adquirido em estabelecimentos de ensino superior), como também da cultura popular local, além de uma cooperação internacional. A Internet também beneficiaria esse processo.
A partir dessas ações, logo o país, junto á nova mão-de-obra especializada, cresceria e se desenvolveria cada vez mais, pois a mesma se mobilizaria e realizaria diversas obras indispensáveis para o avanço da região, como um saneamento básico e rede de esgotos. Apenas com o trabalho do próprio cidadão angolano, que conhece a cultura local, junto ao conhecimento tecnológico e especializado das universidades, por exemplo, que seria possível o avanço e real independência do país.

-Justificatória: O mito de Pandora foi um modo que a mitologia grega encontrou para explicar alguns dos porquês do nosso mundo, como da onde surgiram todas as maldades existentes no mundo – desgraça, tristeza, ódio – (que foram enviadas por Zeus e libertadas por Pandora), e que mesmo assim, no final sempre ainda resta uma esperança guardada (o dom que Pandora não libertou). Também foi um modo de justificar características da natureza feminina, tal qual inclui, por exemplo, a curiosidade e beleza.

 

-Catártica: O mito também possuí características catárticas, pois demonstra sentimentos como o ódio de Zeus por Prometeu (que roubou o fogo para dar aos homens) e seu irmão, e o desejo de vingança. Também mostra sentimentos humanos como a paixão e sedução por uma mulher (no caso Pandora), por possuir beleza.

 

-Regulatória: Esse mito poderia também ser um modo de evitar com que a humanidade cometesse mais pecados como fez o Prometeu, pois isso resultaria em mais problemas e revoltas de Zeus, o deus dos deuses.

O mito de Pandora

            MITO DE PANDORA

Céu e terra estavam criados. Entre as margens da terra, o mar debatia-se em ondas; a terra estava repleta de animais. Mas não havia ainda nenhuma criatura onde o espírito pudesse alojar-se e que pudesse dominar o mundo.
Prometeu, então, chegou à terra. Descendia da antiga geração de deuses que tinham sido destronados por Zeus. Era filho de Jápeto e neto de Urano e Geia, e sabia que, no seio da terra, dormia a semente dos céus. Por isso apanhou argila, molhou-a com a água de um rio, amassou-a e com ela formou uma imagem à semelhança dos deuses, senhores do mundo. Para lhe dar vida, tomou emprestadas às almas dos animais características boas e más e colocou-as no peito do ser humano.
Prometeu tinha uma amiga entre os deuses celestes, Atena, deusa da sabedoria. Ela admirou a obra do filho dos titãs e insuflou naquela imagem semi-animada o sopro divino.
Assim surgiram os primeiros seres humanos, que logo povoaram a terra. Mas por muito tempo eles não souberam como fazer uso da centelha divina que tinham recebido. Vagavam como vultos de sonhos, tudo faziam sem plano algum. Prometeu, então, aproximou-se de suas criaturas, ensinou-as, e elas evoluiram, felizes.

No céu reinavam Zeus e seus filhos. Zeus derrotara o pai, Cronos, depondo a antiga geração de deuses e titãs, da qual Prometeu descendia. Nesta guerra contra Cronos apenas alguns Titãs tinham lutado ao lado de Zeus. Entre eles estavam Prometeu (“o que pensa antes”) e seu irmão Epimeteu (“o que pensa depois”). Zeus agradeceu a Prometeu oferecendo proteção divina à recém criada humanidade. Mas negou aos mortais o último dom de que necessitavam para se manterem vivos: o fogo.
Prometeu, não se conformando com esta decisão injusta, roubou o fogo do Olimpo. Atrevimento fatal!
Irritado, Zeus concebeu um plano para se vingar. Pediu a Hefesto, deus do fogo, famoso por sua arte, para fazer uma estátua de pedra retratando uma linda donzela. A própria Atena trajou aquela escultura com um manto branco e reluzente, cobriu-lhe o rosto com um véu, coroou-lhe a cabeça com flores frescas e cingiu-a com um diadema de ouro. Hermes, o mensageiro dos deuses, emprestou a fala à maravilhosa criatura e Afrodite concedeu-lhe todo o encanto do amor.
Zeus chamou-lhe Pandora, “a que possui todos os dons”, a primeira mulher, divina na sua aparência mas, de facto, bastante humana. Hermes deu-lhe ainda uma magnífica caixa belamente ornamentada, e ordenou-lhe que nunca a abrisse. Em seguida levou a virgem à terra, e todos admiraram a sua beleza incomparável.
Apenas Prometeu resistia!
Então, ela aproximou-se de Epimeteu, o ingénuo irmão de Prometeu, que a recebeu com alegria. Casaram e no seu palácio Pandora colocou o presente de Hermes em lugar onde pudesse ser admirado por todos, resistindo à tentação de o abrir.
Mas o tolo Epimeteu quis ver o que estava dentro pensando encontrar algo que pudesse encantar a mulher. Ao abrir a caixa, dela se ergueu uma nuvem negra que se espalhou pela terra com a rapidez de um raio, levando consigo toda a espécie de sofrimentos. Velhice, Insanidade, Doença, Crime, Morte, Mentira, Inveja e Fome saíram da bela caixa e a humanidade conheceu a dôr.
Um único dom benéfico estava escondido no fundo da caixa: a Esperança.
Pandora lamentou profundamente a triste ideia do marido e, sentindo-se também culpada, libertou a Esperança para que a humanidade pudesse ter algo que a sustentasse em tempos de tão grande aflição.
Ainda hoje é a Esperança infinita que nos mantêm na expectativa de dias melhores.

 A definição de cultura é muito ampla, por isso a dificuldade em defini-la. Basicamente ela é a junção de idéias, abstrações e comportamento de um determinado grupo/ sociedade. Dessa forma, ela envolve tanto as relações materiais de um povo, como a sua habitação, transporte, inumentárias e adornos, alimentação e bebidas, instrumentos de produção e tecnologias; como aspectos imateriais, como conhecimentos (que lhes permitem a sobrevivência), crenças (o que acreditam), valores (indicando o que é “bom” e “ruim”), normas (limitam os seres) e símbolos (remete-se a significados), que orientam um grupo de seres para a ordem e vida em uma sociedade. Tudo criado e pensado pelo próprio homem junto aos seus semelhantes (de forma coletiva), de modo que transforma a natureza, com objetivo de satisfazer suas necessidades de vida.

A Angola, como diversos outros países da África, sofre muitas vezes preconceito e desinteresse dos estrangeiros, cujos olhos só se voltam aos países mais desenvolvidos e ricos. Porém, ela também tem uma própria cultura, tão interessante quanto qualquer outra e de forma nenhuma merece ser ignorada. No objetivo de conhecer então um pouco mais sobre essa cultura, esse modo de vida desconhecido por nós, o grupo se propôs a pesquisar alguns dos aspectos preservados pela mesma, que envolvem desde sua forte dedicação á dança, como diversas interessantes bebidas tradicionais, por exemplo.